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A energia do dinheiro

Publicado em 04/07/2014 • Coluna

Uma coisa é – quase – certa. A energia do dinheiro, pelo menos no Ocidente, muitas vezes está associada à culpa cristã que, repetidas vezes na história, nos contou que ter lucro e viver bem é pecado. Estamos em outra dimensão, vamos esquecer esse papo cansado, né, gente?

Desde que entrei na faculdade, me sentia culpada por não ter passado numa instituição pública e raras vezes pedi dinheiro aos meus pais. Logo consegui meus estágios e mantive um perfil ‘pirangueiro’ para onde quer que olhasse por bons anos. Me sentia mal e nunca comprava coisas caras. Fazia questão de me gabar quando conseguia algo bom e barato.  Mas o cenário energético era mais complexo do que parece.

Depois de algumas experiências, aprendi que, o que mais importa nisso tudo é como nos relacionamos com o dinheiro e como a forma de pensarmos racionalmente sobre ele nos prejudica. Já falei aqui sobre minha primeira leitura de aura e o quanto achava nojento o papel do dinheiro, o ganhar-pão, e tudo que envolvesse grana. Mas, graças ao que ouvi e à minha leitura, o problema veio à consciência e, desde então, nunca mais tive problemas com dinheiro. Não sou rica, vivo tranquila e tenho o que quero, com felicidade. Mas não me falta nada.

Hoje sei que a maneira que me comportava – com culpa e humildade desnecessária – não era uma escolha exatamente. Eram energias que estavam impregnadas em minha aura por conta de questões passadas. Processo resolvido, minha visão mudou completamente.

Passei a apostar em: soltar para receber, dinheiro é bom e faz bem, mesmo que eu não precise, eu mereço ser mimada por mim mesma, não há problemas em ter dinheiro e pequenos luxos, eu posso fazer o que eu quero.

De lá pra cá, aumentei a renda e sou muito mais tranquila emocionalmente com o dinheiro. Se quiser gastar, vou lá e gasto. Lógico que ainda tenho muito a caminhar. Mas a energia que você dá ao universo é o que ele entende. Se eu dizia que o que eu ganhava estava bom – inconscientemente – era assim que o universo entendia. Anos depois, mesmo com uma diferença média de valor, parece que todas as portas se abriram mais. Não é que haja tão mais dinheiro, mas é questão de relacionamento com ele.

Acho que já falei sobre nossas vibrações e frequências. Mas, até mesmo numa brincadeira de trabalho onde há um restaurante ‘caro’ perto, o universo te escuta. Alguns colegas, que ganham até mais que eu, dizem: – oxe, tás doido, vou lá nada. Eu prefiro dizer: – bora, eu pago. E todos riem. Mas há uma energia importante contida ali. E, certamente, se eu quisesse, eu iria mesmo no tal restaurante quando bem entendesse. A gente recebe o que dá. Eu mereço comer coisa boa. Eu posso fazer o que quero.

Assumir uma postura de vítima ou de fracassado não é o caminho para mudar de padrão energético e financeiro. Tudo começa na gente mesmo. Se você sonha com um tênis de R$ 500, qual o problema em comprar? Nem manutenção tênis tem. E olhe que estamos falando de sonhos, mesmo que seja de consumo. E não há problemas nisso.

Essa semana eu e meu marido compramos um carro bem melhor que o anterior. Com prazer. Investimos em nós. E fiz questão de observar cada reação para as poucas pessoas que falei da novidade. Obviamente bloqueei as energias relacionadas à culpa ou inveja, mas é bom ver como estamos caminhando para o nosso sucesso – mérito quase todo nosso – principalmente energético. Quase porque nossos anjos nos ajudam, mas também temos que ajudar eles. As reações foram variadas: espanto, indiferença, felicidade, inveja. Foi um bom momento onde pude me ver do outro lado, quando pensava que comprar um carro um tiquinho mais caro que os básicos, era exagero apenas.

Não é. Quando se trata da gente, tudo vale a pena. Ganhar bem não é exagero. Cada um tem suas escolhas e prioridades e é importante colocar as energias no lugar certo. Arregaçar as mangas. Mesmo que eu entre numa empresa nova hoje, o comportamento de fracassado jamais vai me acompanhar, e falo de modo de falar, vestir, comer, sair. Eu brinco que não gosto de Havaianas e nem de mostrar o sovaco no ambiente de trabalho. Mas o modo que a gente se mostra para o outro, mesmo que a gente não tenha um real no bolso, vai gerar uma energia que afeta o que o outro sente por nós – respeito e consideração por você no estilo “ela não é qualquer uma”, faz muita diferença no seu ambiente. O que vai iniciar um ciclo que só pode ser quebrado se você vacilar.

Mais uma vez: não é do outro, é da gente que parte a energia do sucesso e do dinheiro.

Vamos ser sinceros com a gente mesmo, vibrar por tudo que for bom pra gente, sem culpa e com harmonia no coração. Vale a pena, sim, ser feliz financeiramente. Não que seja o principal, mas desimportante também não é, de jeito nenhum.

Let’zen. ;)

 



2 Comentários

  1. Ilma
    12 de setembro de 2016

    Gratidão imensa por compartilhar sua experiência. Namastê!!!!

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  2. Clariany
    30 de novembro de 2016

    Parabéns pelos post!!! Adorei sua maneira de pensar e escrever!! Ganhou uma nova seguidora!! Bjs e Sucesso 🙏🏻🙏🏻

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