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Coluna: Minha segunda sessão de ThetaHealing

Publicado em 01/08/2016 • Coluna

Gente, lembra que eu falei que uma cliente de Theta vai escrever sobre seu tratamento quinzenalmente? Pois é! Eis aqui a segunda coluna da moça! Quem acompanha o Recife Zen sabe que eu adoro compartilhar minhas experiências e as dos outros. Ela está sendo atendida por Lila Santos, terapeuta Thetahealer, A própria cliente sugeriu escrever sobre o que sentia e como eram as sessões, o que é muito massa para todos nós. Registros belos e inspiradores. Ao todo, ela vai enviar cinco textos para a gente contando sua história e este é o segundo. Sigam-nos os bons, lindos e cheios de vontade de mudar!
Acompanhe: Esta sessão aconteceu cerca de dois ou três meses depois da primeira. Eu já não estava tão ansiosa, mas curiosa sobre o que mais o meu inconsciente guardava. As mudanças decorrentes da primeira sessão ainda sucediam. Contudo, me sentia desejosa por um encontro mais profundo com o meu “eu maior”. Diferente da primeira sessão, desta vez eu não trouxe demanda específica, me pus de coração aberto. E foi assim que começamos: Com a minha permissão, Lila perguntou à energia criadora e ao meu “eu maior”, o que tinha maior relevância para minha saúde naquele momento?

Sou muito sensorial e tenho apego ao visual. A resposta para a pergunta do que teria maior relevância para minha saúde veio imediatamente: minha espiritualidade. Lila me fez diversas perguntas sobre como estava minha espiritualidade. A maioria delas eu não sabia responder e isso nos levou a questões mais específicas como, por exemplo, “qual a pior coisa que pode acontecer se eu ouvir minha intuição”?

Na busca por tais respostas, foram testadas e reveladas diversas crenças que possuía e que bloqueavam a minha espiritualidade. Lila viu imagens nas quais eu manipulava plantas e jogos de adivinhação, me viu sendo carregada e dizendo “não” fortemente, de forma que até hoje eu negava meu poder intuitivo. Ainda que eu estivesse mais distante nessa sessão, e que não tenha visto as mesmas imagens como vi da outra vez, senti verdade e algo mudou no meu corpo no momento em que foi testado “se eu intuir, eu morro” e “se eu intuir, eu pego fogo”.

Sim, era como se eu já tivesse sentido o queimar de chamas sob meus pés. Eu havia enraizado a crença de que “é melhor morrer do que ser chamada de charlatã, ou ter minha intuição ridicularizada”.

Ao longo de toda a sessão, eu me vi tomada por algum sentimento de medo, desconfiança e insegurança. Senti verdade em muitos momentos, mas houve um incômodo que não soube explicar, pois não consigo entender. Sentia minha energia vagar nas palavras que escutava, tentava acolher, mas não conseguia… Ao passo que limpeza das crenças era realizada, senti-me mais leve e com certo alívio.

Ao fim, fiquei meio sem entender no que a sessão de Thetahealling me ajudou. Esperava que tratasse de coisas mais objetivas, tal como a primeira sessão. Eis que a tratar da minha espiritualidade foi uma resposta dada pela energia da criação e pelo meu “eu maior”. Mas eu não fui capaz de, nos dias subsequentes, perceber a relação entre as crenças reveladas e a minha vida prática. Ao longo dos dias fui relembrando as palavras de Lila, internalizei a vivência e percebi que se tratava de questões mais profundas. Acolhi o chamado que senti desde muito tempo e que vinha ignorando: assumir minha profissão de parteira! Sim, há anos eu assisto a vídeos de partos, fui “pioneira” na minha geração a me familiarizar com este universo e defender o parto humanizado. É como se eu já tivesse feito isso por anos e soubesse exatamente o que tenho q fazer para ser feliz comigo mesma.

Gratidão.
Lila Santos é terapeuta ThetaHealing (+55 81 9-8697-3799) e também pode te ajudar.

 



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