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Coluna: Minha terceira sessão de Thetahealing

Publicado em 01/09/2016 • Coluna

Lembram que, algumas vezes, postamos o relato de uma pessoa que estava sendo tratada com Thetahealing? Pois é, chegou mais um depoimento da cliente de Lila Santos, que explica como tem sido o tratamento e como ela tem se sentido. Espero que gostem e até o próximo!

 

Antes

Após 15 dias, eu já estava novamente ansiosa pela próxima sessão. Sim, estava me sentindo mais leve: algo, que não conseguia definir muito bem, estava diferente na minha relação comigo mesma. Sentia-me mais lúcida quanto ao que precisava fazer e como deveria agir para mover coisas em minha vida, sobretudo as que diziam respeito a dinheiro. A primeira coisa que fiz foi ir visitar minha mãe: buscar acolhimento na minha força ancestral e ao mesmo tempo, me conectar com minha espiritualidade. Os dias foram se passando e havia um problema que eu não conseguia solucionar e que me fazia sofrer: a desordem da minha casa. Nossa! Que dificuldade de manter minha casa em ordem! Precisava visitar este lugar da minha subjetividade.

 

Durante

E assim foi. Ao iniciarmos a sessão, Lila me perguntou se havia algo que eu desejasse trabalhar e a resposta foi imediata: a organização da casa, minha absurda dificuldade de autorganização, que vai desde a arrumação e limpeza da casa à organização e aproveitamento do meu tempo “livre”.

Queria trabalhar também as questões que envolvem geração de renda, porque as coisas não estão apertadas: estão espremidas! Com o meu consentimento, foi revelado por meio da terapeuta que o mais importante a ser trabalhado comigo naquele momento era a minha capacidade de autorganização. Lila iniciou por alguns testes e aos poucos ficou claro que eu tinha a crença de que “se eu me gerir, eu perco o amor dos outros”. Eu nutria um ciclo que ao mesmo tempo me fazia sofrer e me nutria de carinho: quando estava bem de grana, arrumava a casa para receber pessoas queridas e logo estava com a casa bagunçada novamente. Aí as pessoas queridas vinham me ajudar e me cercar de carinho. O que estaria por trás dessa “bagunça cotidiana” era o meu medo de me sentir só, ou de ficar sem o amor das outras pessoas. Mergulhamos então no meu sistema de crenças para que eu percebesse a origem dessa necessidade de ter o amor das outras pessoas. Lila trouxe diversas questões: “Qual a pior coisa de ficar sozinha?, “Qual a pior coisa de perder o amor dos outros”, “De ficar sem ter ninguém para conversar”, etc.

Eis que nesse mergulho surgiu a energia de me sentir abusada sexualmente, por mais de uma pessoa, em mais de uma situação. Neste momento, senti um forte enjoo e ânsia de vômito. Lila disse que eu entrei em Theta, mesmo sem ser conduzida por ela a este estado. Quando iniciamos o processo de limpeza e de mudança de crenças, foi o momento mais impactante da sessão, pois fiquei muito emocionada, chorei e aos poucos fui me senti mais leve. Lila viu uma luz forte me evolver. Fiquei sem saber ao certo o que havia me acontecido.

 

Depois

Confesso que dessa vez não prestei tanta atenção às mudanças, acho que esta talvez tenha sido a melhor parte: eu fiquei de fato mais leve e mais confiante em mim mesma. Peguei o último dinheiro que tinha e paguei a uma diarista para limpar e organizar minha casa comigo. Recebi um amigo e uma amiga que não via há tempos e não fiquei com a casa bagunçada depois. Tenho conseguido manter a limpeza – como isso me faz bem. Me sinto mais ativa quanto à gestão da minha própria vida. Sinto que tenho um longo caminho, e já dei os primeiros passos para o reencontro para com a minha espiritualidade.
Gratidão.

 

 

 



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