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Coluna: Minha primeira sessão de ThetaHealing

Publicado em 14/07/2016 • Coluna

Gente, novidade na área! Quem acompanha o Recife Zen sabe que eu adoro compartilhar minhas experiências e emoções relacionadas às terapias. Dessa vez, combinei com Lila Santos, terapeuta Thetahealer, que de 15 em 15 dias vamos compartilhar, aqui, depoimentos de uma pessoa que está sendo atendida por ela. A própria cliente sugeriu escrever sobre o que sentia e como eram as sessões, o que é muito massa para todos nós. Registros belos e inspiradores. Ao todo, ela vai enviar cinco textos para a gente contando sua história. Sigam-nos os bons, lindos e cheios de vontade de mudar!

Primeira sessão de Thetahealing:
Antes: Eu estava um tanto ansiosa, mas de coração aberto e confiante. Seria a primeira vez que abriria meu campo energético de tal forma. Talvez um pouco de medo também permeasse minha subjetividade, medo do novo, do desconhecido, medo do meu inesperado. Atravessava um momento atordoado em minha vida, sobretudo na dimensão afetiva-libidinal. Sentia-me angustiada, sem conseguir identificar ou racionalizar os motivos de tal angústia. Este talvez tenha sido o principal motivo pelo qual busquei cura por meio de um tratamento que transcende a fisiologia.

Durante: Fui conduzida a entrar em Theta, fiquei um pouco sonolenta. Talvez tenha adormecido por breves segundos. Contudo pude ver ou sentir algumas das imagens vistas e descritas por minha terapeuta. Houve uma imagem do meu pai que trazia um sentimento de culpa com algo de saudade. Esta imagem revelou que ele, meu pais, não só estava presente comigo, mas me abençoava e me amava. Neste instante, pude sentir meu corpo mudar levemente a temperatura e uma sensação de conforto e acolhimento, no momento em que o sentimento de culpa foi limpo e enviado à Luz.

A imagem de um muro representava minha espiritualidade. E eu estava diante dele, com o poder de transpassá-lo, mas eu me mantinha imóvel diante dele, como se não quisesse ou temesse entrar em contato com esta espiritualidade. Este temor e resistência também foram limpos do meu campo energético. A imagem de um caminhão azul no qual eu dirigia e colocava pessoas queridas dentro dele, agregando cada vez mais. Isto foi associado a uma necessidade de estar e apoiar “os meus” e de ampliar este ciclo.

Foi revelado nesta sessão que meu corpo já havia hospedado duas crianças e que uma delas deixou “fragmento de alma” no meu campo energético. Eu sempre soube que era muito fácil ter um aborto espontâneo, mas não esperava ter passado por um, pois no tempo que fui casada, não houve nada que eu desejasse mais do que o meu pequeno Salvador – Este teria sido o seu nome. Eu chorava e minha voz estava embargada quando a terapeuta me surpreendeu ao perguntar se havia algum nome que eu quisesse falar. Foi o momento mais físico da sessão: no instante da limpeza deste fragmento de alma, senti cólicas em um dos meus ovários e um sentimento de conforto e leveza após esta limpeza.

Na sequencia foi feito o descasamento energético entre eu e meu amigo e ex-companheiro, genitor do pequeno Salvador. Quando a terapeuta perguntou se eu desejava fazer esse divórcio energético, tive um instante de insegurança e apego ao pensar e sentir a alegria e o peso de anos de expectativas e quereres mútuos, e respondi que sim. Imediatamente, ela perguntou: “você realmente deseja enviar essa energia de volta para ele e receber a sua energia que está com ele?” Foi como me perguntar se de fato eu desejava encerrar aquele capítulo na minha vida. Agora, a resposta viria de dentro do meu eu: “sim”. No momento da limpeza, senti meu coração ocupar um espaço maior no meu corpo e uma profunda alegria. Novamente me emocionei, chorei e senti que precisava de descanso. Sentimos que a sessão havia terminado.

Depois: Passei os dias seguintes meio perdida e digerindo todas as emoções e reflexões. Alguns dias depois, recebi a ligação do meu amigo e ex-companheiro. Contei-lhe sobre o ocorrido na sessão, e tivemos uma conversa leve, alegre, que nos fez muito bem. Pensei muito no meu falecido pai e reconheci o quanto dele está presente em mim… Senti-me mais interia e presente no meu atual relacionamento que enfrentava conturbações àquele momento; Na semana seguinte, voltei a jogar Tarô. Busquei o colo da minha mãe e contei tudo para ela. Senti que precisava me voltar e reconectar à minha ancestralidade. Ainda não dá para mensurar os ganhos objetivos… Fui tomada de alegria e uma sensação de equilíbrio pelas semanas seguintes.

Lila Santos é terapeuta ThetaHealing (+55 81 9-8697-3799) e também pode te ajudar.



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