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Envelhecer bem e sem medo é possível

Publicado em 08/07/2015 • Comportamento

Não importa a idade, ter saúde é unanimidade quando somos questionados sobre qual é o bem mais importante na vida. Mas para a grande maioria das pessoas, a saúde – tão natural quanto a respiração – é algo que não depende delas. Adoecer ‘faz parte’, ‘acontece sem que a gente se dê conta’. Na terceira idade, então, falar de velhice é falar de doença. Será mesmo?

Para os terapeutas da Holomais, não é bem assim! Manter a saúde ao longo da vida depende (e muito!) das nossas escolhas, das nossas atitudes. Mas nada de falar disso de um jeito superficial. A ideia da Holomais é fazer uma reflexão mais profunda sobre assuntos tão latentes. Isso significa dar espaço para o novo entrar, incluindo aí quebra de paradigmas e novas possibilidades de vida, especialmente em relação aos idosos. “Em se tratando de pessoas, ao contrário, velho não é para ser deixado de lado”, explica a mentora do grupo, Neila Gusmão.

O que parece acontecer com frequência é que os idosos, ao se aposentarem, saem de um cotidiano de atividades, corrido, para um momento de todo tempo disponível e, naturalmente, começam a entrar em contato com seu mundo interno, sem estar preparadas para isso. Daí, surgem as doenças, a saúde mental fica comprometida, a depressão bate à porta. É preciso planejar e pensar a aposentadoria, trocando a ideia de “se ocupar” pela ideia de “aproveitar a vida”, incluindo a preparação para uma nova viagem, inédita, interior, onde o autoconhecimento é a chave para o prazer e alegria de viver.

Mas, ainda assim, os medos e as dúvidas podem chegar. E, para ajudar as pessoas a darem conta de sentimentos tão latentes que envolvem o envelhecimento, Neila convidou outro integrante do grupo, Paulo Marques, psicólogo, psicoterapeuta, octagenário e expert em saúde na maturidade para apontar onde vai a velhice daqui para frente: está criado o Programa Super Vida, da Holomais. O resultado é libertador no que se refere ao nosso jeito de envelhecer: “não estamos mais presos a um estilo ‘vovô de ser’, como em outras décadas'”, afirma ele. Hoje as pessoas na idade madura estão cada mais interessadas em informação, em se manter atualizadas, em socializar. Elas têm consciência de que ganharam um bônus da vida e querem viver bem! Aposentadoria deixa de ser algo assustador para se tornar uma oportunidade de fazer diferente. O tempo onde ‘saúde era coisa de jovem e doença, coisa de velho’ vai ficando cada vez mais para trás.

O Super Vida é uma alternativa totalmente tendência quando se trata de saúde integral para maior idade exatamente por que trabalha no sentido de fortalecer as pessoas a partir dos seus conteúdos internos, sua bagagem, suas experiências de vida. Nele, elas se tornam protagonistas dessa nova etapa da vida, sem medicamentos e sem sofrimento psíquico causado por lembranças do passado que naturalmente afloram nessa fase. A memória está ativa, mas as cargas pesadas deixam de ser sofrimento nas dinâmicas propostas. O foco é a existência consciente que leva à felicidade.

Hoje é possível olhar para si, se conhecer melhor e aprender a se cuidar e fluir com a vida. É um momento de evolução humana visível. Para entender mais sobre isso, Paulo nos conta que, além da experiência pessoal sobre o envelhecimento, mergulhou nos fatos relevantes deste universo e traçou um panorama do que nos espera. E assim surgiu a ideia do Programa Super Vida, muito especial para pessoas maduras prestes a se aposentar ou já aposentadas.

O Super Vida é um grupo de desenvolvimento de pessoas em fase de envelhecimento que visa dar prosseguimento saudável e produtivo às pessoas que se aposentaram ou que estão próximas disto e se encontram preocupadas com o vazio que esta nova etapa possa trazer às suas vidas. A ideia é estimulá-las a dar sentido às suas vidas, através da sua própria bagagem e conhecimento.

Invista no momento presente. O futuro promete!

Paulo Marques é graduado em engenharia agronômica pela Universidade Federal Rural de Pernambuco e formado em Psicologia pela Universidade Católica de Pernambuco. Na interface agronomia-psicologia, desde 1974, atuou como professor doutor e livre docente em extensão rural pela UFRPE e foi pró-reitor de extensão da UFRPE. Como professor, atuou intensamente no desenvolvimento de populações rurais com base na dinâmica de grupos e comunidades durante os anos de 1974 à 1993. Neste ínterim, especializou-se em Psicologia Rogeriana (abordagem centrada no cliente) pela Unicap. Durante o período de 1991 à 1993 fez formação em terapia regressiva a vivências passadas pelo Instituto Nacional de Terapia Regressiva a Vivências Passadas (INTVP), cuja aplicabilidade associada à moderna terapia holística vem desenvolvendo por mais de 20 anos a experiência clínica. CRP: 7472/02

Na Holomais desde 2013, Paulo se integrou ao grupo como agente de solução – focando seu trabalho em novas formas de auxílio à pessoas desenvolvendo seus projetos visando os tratamentos de superação diante das inúmeras dificuldades da vida. Aquelas ditas ‘sem solução’ são seus grandes desafios com novas possibilidades de cura. Um exemplo disso é o problema da gagueira, com resultados surpreendentes num curto prazo de tempo.

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Imagem: Henry Hintermeister ~ “Granny’s Playing Marbles”

Conheça mais este artista >> https://br.pinterest.com/gailspeight/hintermeister-hy-henry-1897~1972/



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