terapia

O bom uso da mente é você quem faz!

Publicado em 09/10/2014 • Comportamento

Uma tendência cada vez mais forte dentro dos consultórios terapêuticos holísticos e integrativos é a percepção sobre a importância que tem o cliente como coautor de sua história de vida, incluindo a manutenção da saúde. Quanto mais envolvido e consciente, mais rápidas as percepções sobre seus bloqueios, mais rápida a resolução de seus problemas. Descobri isso numa conversa que tive com Neila Gusmão, diretora da Holomais, grupo terapêutico com base no bairro de Boa Viagem. Ela me contou sobre a formação do paciente enquanto coautor de sua prática terapêutica. Sim, é preciso educar para saúde integral!

Trata-se de um novo paradigma. Neila inicia o trabalho informando e orientando o cliente sobre a importância da participação dele em todo processo do tratamento e também sobre o papel do terapeuta. Daí, quando ele entende e capta bem as informações, se propondo a colocá-las em prática, a resposta chega mais rápido. É preciso contextualizar, também. São várias ‘realidades’ dentro no mesmo mundo.

“Entendo que tudo de que precisamos está dentro de nós”.

É como uma chave de acesso, um ponto de partida. Daí podemos contar com uma gama de terapias naturais, não invasivas, que oferecem inúmeras ferramentas altamente eficazes para nos auxiliar. Das mais tradicionais – como a medicina chinesa e a indiana – às mais modernas, utilizando mecânica quântica, frequência, biorressonância e produtos que são capazes de transmitir informações para além da molécula, agindo diretamente nos troncos celulares, no nosso campo eletromagnético, tudo comprovado cientificamente.

O terapeuta como guia

Normalmente, o cliente de terapias naturais e holísticas vem por vontade própria ou por indicação de alguém e está familiarizado com o assunto. Mas devido à ansiedade e a cultura do ‘mais fácil’, ele termina por colocar nas mãos do terapeuta o papel do mágico, quando, na verdade, esse profissional é completamente distinto em suas funções socais.  O terapeuta é o condutor do processo.  Daí, o porquê da necessidade da “educação para a saúde integral”, quando se deve, inclusive, evitar a frustração de um tratamento que “não deu certo”. “Muitas vezes não é a técnica A ou B que não funciona, mas a participação da pessoa, da sua abertura para colocar verdadeiramente o que se passa, a disposição para olhar para dentro de si e se aceitar como é. Este é o segredo! O salto quântico em direção à solução, ao alcance de todos”, explica Neila. Cá entre nós: enxergar a si mesmo como se é de fato e mudar com disposição, nem sempre é cômodo. Mas os benefícios, compensam!

Outra dificuldade é mostrar ao cliente algo que ele nem sempre está familiarizado: o conhecimento do todo. É preciso acolhimento, atenção e sensibilidade para entender e separar o real do imaginário, o porquê ele veio até nós, investigando minunciosamente e com muito cuidado o que muitas vezes não é colocado em palavras.  “O cliente precisa entender que o corpo fala, é inteligente, capaz de se recuperar a partir de suas fontes autorreguladoras naturais”.

As terapias ajudam promovendo o autoconhecimento e oferecendo as ferramentas necessárias para atingir o objetivo desejado”.

A partir desse autoconhecimento, com a pessoa ativa dentro do processo, o terapeuta se torna um guia, ou dizendo de maneira bem moderna, um “personal life” – um assessor muito especial que você contrata para ajudar a elaborar um plano prático para encontrar saídas, lidar com as dificuldades emocionais, na tomada de decisões (às vezes difíceis mas necessárias), auxiliando na quebra de paradigmas que não funcionam mais e, principalmente, oferecendo meios eficazes para o bom uso da mente.  Nessa tomada de consciência mudamos o foco para ações preventivas, sintonizando nossos pensamentos na a frequência daquilo que desejamos alcançar.

Saindo do paradigma doença-médico-exames-medicamento, tiramos o foco dos sintomas e começamos a pensar nas causas da doença, que muitas vezes estão fora do plano do conhecimento tradicional. Então, passa a ser possível aprender como evitar adoecer e sofrer sem necessidade. “Parece difícil, mas não é”, afirma Neila. “Além de que olhar sob esse prisma parece mais lógico, mais simples e menos dispendioso financeiramente. É agir de forma preventiva através da compreensão dos mecanismos que geram o desequilíbrio.”

No Oriente, a doença é um alerta que dispara diante de algo que não vai bem.

Trata-se de uma visão que não é completamente incompatível com a ocidental. Vamos entender melhor: O nível muito alto de estresse  é capaz de  baixar nossa imunidade, abrindo caminho para  inúmeras  doenças, como gripe recorrente. Com nosso imediatismo, optamos por fazer uso da automedicação  para ‘combatê-la’,  ‘calando’ os  sintomas, sem  ir mais fundo na questão –  pode ser um problema no trabalho, num relacionamento, num fato ocorrido recentemente ou no passado  ‘cristalizado no tempo’.  “Passou, esquecemos. Voltou, medicamento. Um ciclo vicioso perigoso. Não damos ouvidos ao alerta! Quando decidimos encarar, pronto, a solução está próxima.”

O equilíbrio é consequência natural das nossas escolhas.  “Precisamos promover a conscientização pública para a importância da saúde integral, da educação para o autocuidado, da mudança de hábitos”. Quando há consciência não há mais espaço para ‘combates’, ‘lutas’ e perda de energia vital. Pelo contrário. A doença passa a ser vista como uma oportunidade de crescimento pessoal a fim de restabelecermos o equilíbrio necessário. “Somos humanos. Erramos! Adoecemos! Um alerta dessa natureza pode salvar nossas vidas”, complementa Neila.

Mas, como começar? Para quem acha que não entende muito do assunto mas está aberto para conhecer novos caminhos, o primeiro passo foi dado. Daí por diante é buscar informações sobre as técnicas, sobre os métodos e profissionais sérios, éticos e capacitados. A decisão final é sempre pessoal.

 

TERAPIA FLORAL ALQUÍMICA – Neila é terapeuta floral e terapeuta holística. O sistema floral que ela utiliza é o único a usar os princípios da Alquimia para extrair, artesanalmente, a essência das flores. A matéria prima é a natureza na sua forma mais pura pode ser utilizada em qualquer fase da vida (de bebê ao idoso), incluindo os animais de estimação e plantas.  “Tem gente que usa tranquilamente veneno no seu corpo para fins terapêuticos e ‘beleza’, como Botox. Porque não flores? O sol? A terra? O ar puro? Para quem procura a terapia floral sugiro, inicialmente, limpeza e desintoxicação do corpo físico abrindo espaço para avançar, posteriormente, para níveis mais sutis (emoções, traumas de memória, outros). Cada caso é um caso. A conduta terapêutica é pessoal mas os ‘efeitos colaterais’ manifestados na forma de satisfação, alegria e bem-estar são totalmente bem-vindos, tanto pelo cliente como por aqueles com quem convive. “Quando cuido de uma pessoa tenho em mente que estou cuidando na verdade de várias. Os benefícios são percebidos pelo meu cliente e por aqueles com quem ele convive, marido, mulher, filhos, colegas, chefe, vizinhos, entre outras. Isso é maravilhoso! É uma forma de melhorar o mundo pela transformação pessoal. Acredito nisso!”

NEILA GUSMÃO – lá pelos idos dos anos 70 cursou fisioterapia (quando ainda era chamada de ‘reabilitação motora’), desistiu do primeiro caminho na área de saúde para investir em arte e design, quando viajou pelo Brasil e pelo mundo, sempre em busca de conhecimento. Depois, encontrou-se com o Turismo de Bem-Estar segmento do Turismo Rural implantado por ela numa propriedade da família onde, entre outras atividades, oferecia espaço para terapeutas. Mais recentemente, após retorno de uma temporada de três meses na Europa numa ‘jornada pessoal’, encontrou com o professor Leonardo de Paiva que a encaminhou para o seu espaço e, logo fez um dos cursos de acupuntura, seguidos de outros tantos e não parou mais! Foi seu grande mentor. Hoje ela atende na Holomais.

A HOLOMAIS E NEILA – A ideia de formar o grupo Holomais surgiu na sequência, há quatro anos, da necessidade pessoal de somar forças e conhecimentos, integrar técnicas em parceria com amigos terapeutas de várias áreas afinados energeticamente e não somente dividir o aluguel de um espaço, cada um na sua. Daí a plataforma que existe hoje, com atendimento personalizado, com hora marcada. Criamos uma ‘carta de ofertas’ variada, temática, multidisciplinar ou não, contemplando todas as faixas etárias. “Convido a todos a viver experiências únicas de descobertas, transformações e soluções do início ao fim, com acompanhamento especializado durante todo processo”, finaliza.

Os contatos de Neila Gusmão você encontra no nosso Guia Zen.



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